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Longevidade: as 6 certezas que a ciência tem

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A longevidade é algo que todas as pessoas almejam, pois viver por mais tempo e com qualidade é o sonho de todos. Contudo, não há uma fórmula mágica que funcione para todos. Por isso, listamos aqui 6 certezas que a ciência tem sobre como ter longevidade.

Longevidade humana: 6 dicas que a ciência apresenta para você se manter longevo

1. Tenha uma vida social de maneira ativa

Jogar conversa fora com os amigos é um hábito que você deve ter, se desejar viver por mais tempo e com muita saúde. Isso porque somos seres que precisamos viver em comunidade e não podemos estar sempre sozinho.

Segundo uma pesquisa realizada desde 1938 pela Universidade Harvard, as pessoas são mais felizes quando vivem em sociedade. Aliás, essa felicidade toda pode contribuir em vários benefícios, como:

  • vida mais saudável fisicamente;
  • viver mais em comparação com os que gostam de ficar isolados.

Por fim, um estudo de outra universidade americana apontou que a solidão tem associação com um aumento de quase 30% no risco de morte prematura. Então, fica a dica de cultivar mais amigos e ter boas relações com seus familiares.

2. Pare de comer antes de se sentir “estufado”

Ao estudar as regiões do mundo em que as populações viviam mais, o escritor Dan Buettner observou algo em comum. Ele verificou que essas pessoas faziam suas refeições na medida certa. Em outras palavras, elas não comiam até se sentirem “estufadas”, mas, sim, até se sentirem satisfeitas.

Uma forma de fazer isso sem ficar com fome após as refeições é mastigar de maneira lenta os alimentos. Isso porque o nosso cérebro demora cerca de 20 minutos, a partir da primeira colherada, para registrar a saciedade.

Por isso, evitar comer muito traz vários benefícios, entre eles a redução de diversas doenças. Tais como acidente vascular cerebral (AVC), diabetes e infartos. Além disso, alguns estudos apontam que reduzir o consumo calórico auxilia a desacelerar o processo de envelhecimento.

3. Mantenha o otimismo

As questões psicossociais que podem promover um envelhecimento mais saudável ainda não têm tanto fundamento. Contudo, um estudo com várias escolas de medicina dos Estados Unidos apontou que existe uma relação entre a longevidade e o otimismo. Na pesquisa, foram analisadas mais de 71 mil homens e mulheres durante 30 anos.

As pessoas otimistas tiveram vidas entre 11% e 15% mais longas do que as pessoas pessimistas. Além disso, elas tinham quase 70% de chance de atingir 85 anos.

Contudo, não é muito claro se o otimismo auxilia as pessoas a terem uma vida mais longa. O que sabemos é que esse atributo psicológico nos ajuda a recuperar de forma mais eficaz situações difíceis. Além disso, ter uma atitude otimista culmina em ter hábitos saudáveis, como acreditar que o futuro será melhor e, por isso, queremos estar lá para vivenciar.

4. Controle o seu estresse

No nosso dia a dia é muito difícil não viver uma situação mais estressante. Mas se isso ocorre de vez em quando e você utiliza mecanismos para administrar essa tensão, não tem motivo para se preocupar.

O problema acontece quando você vive estressado e nem se lembra qual foi a última vez que ficou calminho. Isso porque essa situação leva à uma inflamação crônica no nosso organismo e pode provocar várias reações emocionais e físicas. Por isso, fique atento, pois o estresse recorrente desencadeia problemas capazes de acelerar ou de causar a morte.

O projeto Blue Zone identificou que nas regiões do mundo onde os habitantes vivem mais tempo e com mais qualidade, as pessoas também se estressam. Contudo, elas estão sempre buscando hábitos para acabar com esses incômodos. Algumas atitudes tomadas por elas são:

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    • não trabalham muito;
    • possuem momentos destinados ao lazer;
    • participam de atividades que envolve a comunidade;
    • têm algum hobby;
    • preocupam-se com a espiritualidade.

    5. Faça atividades físicas

    Conforme nós vamos envelhecendo, começamos a ter uma perda de massa muscular e isso é algo muito natural. Quando passamos dos 50 anos, estima-se que entre 1% e 2% de massa magra seja perdida todos os anos. Para reforçar mais sobre o assunto, a Faculdade de Medicina da Universidade São Paulo (USP) realizou uma pesquisa sobre o tema.

    Os pesquisadores acompanharam quase 900 idosos durante quatro anos. No final do estudo, eles observaram o seguinte:

    • as mulheres com pouco massa muscular nos braços e pernas têm o risco de mortalidade geral de quase 63 vezes maior;
    • já os homens é quase 12 vezes maior.

    Entenda mais…

    A OMS recomenda 150 minutos por semana de musculação, pois isso ajudará a rever a sarcopenia, a perda massa muscular no corpo. Além disso, a Organização Mundial da Saúde indica ingestão de proteínas e a realização de atividades diárias também são recomendados

    6. Aposte numa alimentação saudável

    Não importa qual é a faixa etária, todas as pessoas têm algum tipo de problema alimentar como desnutrição e o consumo excessivo de calorias. Por isso, para viver com mais saúde é preciso adotar uma dieta equilibrada durante toda a vida.

    Ou seja, é necessário consumir todos os micronutrientes (minerais e vitaminas) e macro (gordura, proteína e carboidrato). Claro que tudo isso com as medidas certas que nosso corpo precisa.

    O Guia Alimentar para a População Brasileira desenvolvido pelo Ministério da Saúde recomenda que priorizemos os alimentos frescos e naturais. Aliás, devemos consumir sal, açúcar, óleos e gorduras de forma moderada, e limitar o consumo de alimentos processados.

    Saiba mais…

    A alimentação saudável é objeto de estudo de várias pesquisas, dentre elas está a que foi realizada pela Universidade Harvard. Os pesquisadores analisaram mudanças nos hábitos alimentares de mais de 74 mil pessoas durante 12 anos.

    Eles constaram que mesmo pequenas alterações já são suficientes para melhorar a expectativa de vida. Os resultados da pesquisa mostraram que as pessoas que passaram a comer melhor reduziram de 8% a 17% o risco de morte precoce, seja qual for a causa.

    Em contrapartida, piorar a qualidade da alimentação está associada com um aumento na mortalidade entre 6% e 12%. Por isso, apostar em uma dieta equilibrada durante a vida é importante para desacelerar o envelhecimento. Além disso, evitar o surgimento de uma série de doenças como:

    • obesidade;
    • diabetes;
    • hipertensão arterial.

    Considerações finais sobre a longevidade

    Esperamos que o nosso post sobre saúde e longevidade tenha te ajudado a compreender que a ciência nos ajuda no processo de envelhecimento. Mas sabe o que pode auxiliar na busca de uma vida com uma longa duração? Conhecimento!

    Por isso, te indicamos a conhecer o nosso curso de Constelação Clínica 100% online. Com as nossas aulas você poderá como constelador. Além disso, você saberá mais sobre essa prática terapêutica que tem transformado a vida de tantas pessoas.

    Por fim, você desenvolverá e compreenderá melhor os fenômenos comportamentais e as relações humanas. Então, não perca essa chance de entender como ter uma longevidade mais saudável por meio do conhecimento.

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